quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Quinta de uma sexta-feira.





Eram apenas passos de um dia corriqueiro, seguindo o embalo João Bobo, naquele vem e vai.
Eram apenas mensagens instantâneas, empatando o sono pós almoço.
Eram apenas 10 pra às 8, até o escarcéu começar.


Agora são oito em ponto e laiá eu vou.
A respiração estava ofegante com o frio do céu que tocava a pele  diante do sereno, mas lá estava, pronto pra exercitar o corpo, aquele jovem idoso.
E vendo o suor escorrendo, me ponho a relaxar, admirando a poeira no campo se espalhar, não era de se assustar, que depois de nove tantos anos, laiá estaria jogando.

Peito apertando de um garoto com 19 anos, que se via jogar dentre estranhos como já o fizera antes.

Eram apenas tempos atrás, de pessoas que talvez ele já havia conhecido.
Eram apenas conhecidos, fazendo convite a um gentil desconhecido.
Era um sexta-feira de Voleibol. 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Cantada de um último amor.








Então o que eu quero te dizer, é nada mais nada menos que o óbvio pelo o avesso de ser algo por você. De quebrar e vencer todas as formas pra ser teu bem querer. Querendo a ti sem garantias e com defeitos pra nunca mais lhe devolver. Desejando a melhor parte dos seus defeitos e angustias, pra torná-los nosso, para torná-lo meu.

Te digo mais:

Venho aqui te suplicar, que pelo o calor do teus olhos e o senti dos teus braços, quero lhe pedir um agrado de dois tempos, de dois bocados. Pra que possamos construir um sobrado, simples mas de bom agrado.