segunda-feira, 11 de junho de 2012

Vish.

Nas manhãs de sábados quentes,  pego-me folhiando nossas lembranças. Servindo-me de você, revendo nos teus olhos, o meu querer.
Olha, quero te dizer, que se o tempo passar e o frio da manhã nos acolher, bules com café e minhas cobertas talvez irão lhe aquecer.
Veja só, eu nunca esperei me render. Mas veja só, nem com tanto poder há alguém capaz a ti subverter. E agora vontades acabam por me silenciar, para não nos perecer.
Ah amor, tantas vaidades eu limitei, para não o permitir vadiar. 
Ainda bem que o fim de tarde está por cessar e  tuas palavras pararam de me alimentar.
E mesmo que o amargo esteja a enfeitar, agradeço todo os dias, que sua angustia, continue sendo o recordar.

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